Geração Y

Super valorizados pelos pais, os jovens da Geração Y já crescem sentindo-se especiais. Esses jovens nasceram usufruindo de muitos confortos e com uma educação mais requintada dos que as gerações passadas.

Como muitos desses jovens não precisam lutar para sobreviver, acabam assumindo posturas diferentes de outras gerações que se preocupavam com a manutenção no emprego como forma de crescimento, sustento familiar e, naturalmente, respeitavam e acatavam as hierarquias e as regras de trabalho.

Sendo essa nova geração a filha da geração responsável pelo surgimento das novas tecnologias e das ferramentas dominantes de comunicação, os jovens da geração Y são acostumados com os avanços tecnológicos, onde as informações atingem uma velocidade nunca antes experimentada por nenhuma outra geração, fazendo com que com os jovens de hoje, vivam estimulados por desafios, realizando inúmeras atividades, muitas vezes, ao mesmo tempo e com maestria.

Os jovens da geração Y, geralmente, são ambiciosos, autocentrados, exigentes, confiantes e acreditam que podem mudar o mundo.

Esses jovens têm dificuldade de aceitar as hierarquias e são resistentes as lideranças. Eles tratam seus superiores como iguais, não como desrespeito mas, por sentirem-se assim.

Eles querem alcançar o sucesso rápido e, com isso, escolhem trabalhar para empresas que lhes dê oportunidade de crescimento, desenvolvimento e aperfeiçoamento.

Como não têm medo de mudanças, as fazem quando sentem que não estão evoluindo, tanto intectual quanto financeiramente.

Outro fator fundamental é a flexibilidade, já que, para os jovens da Geração Y, a autonomia para conciliar de maneira prazeirosa vida pessoal e trabalho é imprescindível.

Para esses jovens, clareza e honestidade são fundamentais, diz Ana Costa.

Os jovens da Geração Y têm fortes valores morais e buscam trabalhar para empresas que tenham uma cultura de respeito socio-ambiental.

Acostumados com as redes sociais, esses jovens preferem aprender em network e em grupos de forma participativa.

Trabalhar em equipe, também, é uma característica dessa geração e, quando empenhados em um trabalho, gostam de reconhecimento.

Uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA/SP) revelou que: 99% dos jovens nascidos entre 1980 e 1993 só se mantém envolvidos em atividades que gostam e que 96% aceditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Já na questão :”Qual pessoa gostariam de ser?” A resposta da maioria foi: “equilibrado entre vida pessoal e profissional” seguido de: “fazer o que gosta e dá prazer”.

O grande desafio das organizações é saber como reter esses talentos e como resposta encontramos:
– a mudança na cultura das empresas, estimulando a autonomia, a flexibilidade e onde haja uma comunicação transparente entre as pessoas.
Confiança, delegação, responsabilidade, participação ativa e feedbacks constantes gerarão comprometimento e serão fatores decisivos para a retenção desses jovens.
Enfim, “as organizações mais bem sucedidas serão aquelas em que os líderes acolham as mudanças, confiem em seus colaboradores e considerem suas ideias, buscando caminhos para compartilhar.”
Já os jovens deverão entender que crescimento é um processo e que para fazer parte de um grupo deverá desenvolver a sinergia, respeito e a paciência.

Lenora de Oliveira Santos

Fontes de referência:
Geração Y – Sidnei Oliveira
Revista Galileu( Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato)
Decision Report
LAB.SSJ

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