Autoestima feminina

Muitas mulheres, em algum momento de suas vidas, sentem a sensação de estar levando o mundo nas costas.

Mil coisas para fazer, o tempo passando cada vez mais rápido, prazos e horários a serem cumpridos, tarefas domésticas acumuladas e a falta de tempo para se dedicar à família e aos seus interesses pessoais.

Diante desse cenário é provável que algumas mulheres sintam-se impotentes e, até mesmo, incompetentes, o que pode gerar estresse, frustração, culpa e sentimento de inferioridade.

O medo da cobrança social e da opinião alheia, a busca por padrões muito elevados e a baixa autoestima propiciam o despertar da nossa voz interna que, nesse momento de fragilidade, aparece como um crítico interno.

A voz interna nos impulsiona ou nos limita para encontrarmos soluções para nossas questões. Ela desperta tanto sentimentos positivos quanto negativos.

Para termos domínio sobre nossa voz interna, e fazermos com que trabalhe a nosso favor, devemos tomar consciência de quem, realmente, somos: nossas qualidades e defeitos, pontos fortes e fracos, valores, virtudes, crenças, interesses, o que, e no que, precisamos melhorar, enfim, precisamos entrar em contato com o nosso eu para reconhecermos se o que estamos fazendo está conforme, além ou aquém do nosso limite e capacidade.

Fazer a administração do tempo, delegar, pedir ajuda, buscar melhoria, fazer escolhas adequadas, priorizar e dizer não são de fundamental importância para conseguirmos conquistar melhores resultados e qualidade nas nossas relações intrapessoais, interpessoais e nas tarefas pessoais e profissionais.

E é a qualidade de nossos pensamentos que determinará como será a qualidade da nossa voz interna.

Nós podemos ter muitos ganhos se pensarmos positivamente pois, ficaremos fortalecidas e cheias de recursos.

Quando se adquire autoestima, a autoconfiança, autocontrole, autoaceitação, amor-próprio e auto-disciplina vêm como consequencia. Aprendemos a nos valorizar e passamos a ter uma autoimagem positiva que, mesmo em momentos difíceis, saberemos como reagir as circunstâncias e a opinião dos outros.

Porém, devemos tomar cuidado para que o excesso de autoestima não nos deixe envaidecidas, presunçosas e prepotentes.

Dicas para ajudá-la a melhorar a autoestima:

Ame-se por quem você é;
Valorize suas ideias e intuição ( voz interna,insights );
Enumere suas qualidade ( vale pedir ajuda );
Desenvolva uma autoimagem positiva;
Mude o que achar necessário ( seu corte de cabelo, emprego, casa, etc );
Lembre-se de suas conquistas pessoais e profissionais;
Crie laços afetivos ( família, amigos, trabalho );
Desenvolva sua solidariedade ( doe, ajude a quem precisa );
Aprenda coisas novas ( para sua carreira, para o seu prazer );
Conquiste a sua independência;
Tenha um hobby;
Divirta-se;
Imponha limites às pessoas;
Aprenda a lidar com críticas e feedbacks;
Afaste-se de relacionamentos destrutivos;
Aprenda com os erros,
Faça planos, sonhe e crie metas;
E, principalmente, cultive bons pensamentos.

Lembre-se:
“Quem se sente um nada, não alcança nada. Quem reconhece suas forças reconhece, também, os desafios e tem garra para superá-los.”

Referências:
Desenvolvendo a autoestima- José Rui Bianchi
Comportamento- Andrea Calçada
Autoestima – Nossa Força Interior- Luis Rojas Marcos

 

Lenora de Oliveira Santos

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